Gigi em Budapeste

(Dezembro de 2016)

Como nós amamos o frio e a neve (bem no estilo Frozen), planejamos no final do ano de 2016 uma viagem bem bacana no inverno europeu. Essa viagem incluiu 5 países, durante 24 dias, e o nosso destino inicial foi a MARAVILHOSA Budapeste!!!!

Budapeste, Hungria

Gente, pensem num lugar lindooo, com um povo super atencioso! Sabe aqueles destinos que deixam um gostinho de quero mais?! Budapeste certamente é um deles…

Com o aprendizado da viagem anterior, dessa vez a Gigi já teve seu próprio assento reservado e assim o voo foi super tranquilo.

Gigi com seu próprio assento

 

Gigi com seu próprio assento no avião

Nessa época ainda usamos o canguru pra carregá-la no aeroporto, mas notamos que ela já tinha começado a se incomodar com o desconforto.

 

Gigi ainda no Canguru

Bem, vamos ao que interessa! Chegando em Budapeste, encontramos o motorista que havíamos contratado para fazer o transfer para o hotel e lá fomos nós.

Essa é outra dica bacana. Como quando viajamos com crianças geralmente levamos bem mais malas, costumamos contratar transfer para fazer os deslocamentos aeroporto-hotel-aeroporto. No momento de contratar esse serviço, já informamos a quantidade de pessoas, o número de malas e solicitamos também uma cadeirinha de bebê. Assim, nossa chegada é bem mais tranquila! Chegamos e já temos um carro do tamanho adequado nos esperando e com toda a segurança necessária pra nossa pequena.

Na transfer para o hotel – Detalhe da Gigi na cadeirinha de bebê.

Enfim, após entrarmos em nosso carro, seguimos para o hotel que escolhemos: o Budapest Marriott Hotel. Pensem num hotel bom! Não deixou a desejar em nada. A localização, o café da manhã, a estrutura, nosso quarto… tudo perfeito! E por falar em quarto, que quarto!!!! Que vista!!!!! De lá podíamos admirar o Rio Danúbio e o Castelo de Buda. Era tão lindo, tão perfeito que o marido fazia questão de acordar todo dia bem cedinho pra ver o nascer do Sol que trazia uma cor dourada linda para aquela cidade.

Marriot Hotel Budapeste

 

Vista do nosso quarto

 

Nascer do Sol pelo nosso quarto

Além disso, quando chegamos tinha mimo pra Gigi no quarto. E nós adoramos quando somos recebidos assim! Ela fica super feliz e os papais mais ainda…

Bem, no dia que chegamos, como em qualquer outra viagem, pedimos uma comidinha no hotel e ficamos no quarto brincando com a Gigi. Ela geralmente chega cansadinha por conta das horas de viagem e sempre respeitamos esse tempo dela, apesar da nossa vontade de chegar e já botar o pé na rua.

Brincando com o papai no hotel

Dia seguinte. -2ºC em Budapeste e lá fomos nós!

Roupinha térmica, casaco, cachecol, gorros, luvas, cobertor, carrinho com capa térmica, capa plástica protetora, bolsa térmica com leite, água quente, comidinhas, bolsa de bebê com roupinhas extras… E era só o começo!

Saímos do hotel já com nosso roteirinho básico do dia na cabeça e a cada esquina nos encantamos mais e mais com a cidade. Agora, pensem num lugarzinho que venta!!! Por isso, em Budapeste é fundamental usar aquela capa plástica no carrinho de bebê, pra cortar o vento e seu filhote ficar aquecidinho!

Capa plástica para proteção do vento

Do lado do nosso hotel já encontramos uma Feira de Natal, que nós simplesmente AMAMOS!!! Essas Feiras são inclusive um dos motivos pelo qual viajamos bastante nessa época do ano pela Europa. Lá a população local sempre se reúne pra tomar um vinho quente, comer algum petisco e conversar. Além disso, tem várias barraquinhas com artesanato local. É um ambiente muito gostoso. Só vivendo pra entender…

Mercado de Natal

Tomando vinho quente

 

 

Mercado de Natal

O clima de Natal na Europa é muito bacana. Tem Papai Noel e enfeites por toda parte e a magia toma conta do ar! E Budapeste, apesar de Leste Europeu, não é nada diferente!

Na feira, compramos nosso vinho quente e a Gigi logo quis descer do carrinho pra aproveitar um pouco. Olhem que coisinha mais fofa!

Brincando no Trenó

 

Gigi e o leão

De lá, seguimos para a famosa Sinagoga de Budapeste, já que foi recomendada em todos os lugares que pesquisamos sobre a cidade. Mas acreditem! Nos perdemos caminhando e acabamos desistindo de procurar. De toda forma, valeu a andança. Em cada rua que andávamos víamos edifícios e paisagens lindas.

Em Peste, à margem do Danúbio

 

Esculturas pela cidade

Nesse primeiro dia, ainda vimos bastante coisa interessante que vale anotar aí!

Basílica de São Estevão – Onde havia outra feira de Natal Maravilhosa!

Mercado de Natal – Basílica de São Estevão

Basílica de São Estevão

Miniversum. Esse é um lugar muito legal pra crianças! Pra adultos também, mas os pequenos ficam encantados. Lá existe uma espécie de maquete gigante de Budapeste em miniatura, com vários botõezinhos que a criança pode apertar e que são de alguma forma interativos. Ao acionar o botão algo acontece na maquete: as luzes das casinhas acendem e apagam, os carrinhos andam, o funicular sobe e desce… É bem legal mesmo!

Mniversum

Brincadeiras no Miniversum

 

Maquetes de Budapeste – Miniversum

Miniversum

 

Ópera Nacional

Ópera Nacional

Café Gerbeaud. É a confeitaria mais famosa de Budapeste. Pit Stop obrigatório!!! Tudo lá é bom, mas a Gerbeaud Pancake (Panqueca) é o carro chefe!

Café Gerbaud – faixada

Café Gerbeaud – Interior

Café Gerbeaud

Café Gerbeaud – Sobremesas

No 2ºdia, a maior parte do nosso roteiro foi em Buda.

Budapeste é cortada pelo rio Danúbio e em uma margem (a principal) fica Peste e na outra fica Buda (parte mais histórica da cidade).

Para quem viaja com crianças, o ideal é se hospedar na margem de Peste, pois é onde ficam a maioria das atrações da cidade e onde a locomoção com crianças é fácil. Na margem de Buda, como se trata de uma espécie de centro histórico da cidade, há muitas subidas e descidas, ruas de paralelepípedo e muitas escadas. Pra passear lá é tranquilo, pois tem menos movimento, mas pra se hospedar não seria tão fácil assim…

Pois bem, nesse nosso segundo dia, ainda em Peste, fomos caminhando às margens do Danúbio até o Parlamento, com direito a paradinha para fotos na famosa escultura dos Sapatos no Danúbio. Trata-se de um memorial em homenagem aos judeus que foram mortos por milicianos da organização fascista húngara Arrow Cross em 1944-45. As esculturas representam os sapatos deixados para trás, na margem do rio, uma vez que os judeus foram obrigados a se despir e tirar os sapatos antes de serem fuzilados pelas costas à beira do Danúbio.

Mas muito cuidado, principalmente com as crianças! Não há proteção nenhuma na margem do Rio…. Risco grande de acidente por falta de atenção!

Sapatos no Danúbio

Sapatos no Danúbio

Parlamento Húngaro

Parlamento Húngaro

Saindo de lá, seguimos caminhando pela Chain Bridge (Ponte dos Cadeados) para cruzar para o lado de Buda. Lindo demais! Mas vento demais também… Nem deu pra tirar fotos com a Gigi na Ponte.

Chain Bridge

Chain Bridge

Pra quem não está de carro, chegando em Buda há 2 formas de subir até o centro: caminhando (uma subida super íngreme) ou de funicular, que foi nossa opção.

O funicular, além de ser mais confortável, já é um passeio. Tinha uma filinha (que nós geralmente detestamos), mas foi super rápida e foi quando a Gigi aproveitou pra correr um pouco e interagir com outras crianças que também esperavam… Ah! Para quem está com carrinho de bebê existe uma entrada especial e o carrinho vai montadinho dentro do “bondinho”.

Gigi brincando na fila do Funicular

Nossa espera pelo Funicular

Funicular de Buda

 

Subindo de Funicular

Saindo do funicular, à esquerda, já vimos logo o Castelo de Buda, que vale muito a pena visitar, tanto pela vista de Peste quanto pela própria construção. Experimentem também o chocolate quente de lá. É fenomenal!

Gigi no Castelo de Buda

 

Vista do Castelo

Vista do Castelo

 

Castelo de Buda

Saindo do Castelo e caminhando para a direita do funicular, chegamos à Igreja Matias e ao Fisherman Bastion, o mirante com a vista mais bonita de Peste.

Igreja Matias

 

Igreja Matias

Fisherman Bastion

Fisherman Bastion

Mirante – Fisherman Bastion

Mirante – Fisherman Bastion

Vista do Mirante – Fisherman Bastion

Voltando para o hotel, paramos para jantar no restaurante-barco Spoon. Super turístico, com uma comidinha carinha e que não é lá essas coisas, mas ainda assim diria que pela vista vale a pena e até iríamos novamente. A Gigi adorou, por ser um barco…

Restaurante-barco Spoon

Detalhe da vista do restaurante

 

Gigi com Ipad pra distrair

Nosso 3º dia foi destinado a um programinha que ficamos muito na dúvida sobre fazer ou não, mas que valeu a pena D-E-M-A-I-S!!! A meta era chegar no banho termal Széchenyi Furdö (o mais famoso da cidade).

Essas termas fazem parte da cultura húngara e não devem ser confundidas com programa turístico, apesar de também encontrarmos turistas por lá.

Funciona assim: na Hungria há espécies de clubes, com diversas piscinas em várias temperaturas, cobertas e ao ar livre, para onde a população vai constantemente, inclusive em dias comuns após o trabalho. Lá eles colocam sua roupa de banho e ficam relaxando e conversando durante horas nas piscinas.

Entrada da Terma Széchenyi Furdö

Cabines para nos trocarmos e guardar nossos pertences

Interior da Terma

Terma Széchenyi Furdö

Aproveitando as piscinas quentinhas

A caminhada até a Terma, sabíamos que seria longa (cerca de 50 mins), mas mesmo assim optamos por fazê-la para poder aproveitar mais a cidade. Cruzamos toda a avenida Andrassy (a principal da cidade, cheia de lojas e restaurantes) e chegamos até a Praça dos Heróis.

Essa é uma das praças mais importantes de Budapeste, rodeada por dois edifícios, o Museu de Belas Artes e o Palácio da Arte. No centro há um monumento bem bacana, o Memorial do Milênio, com estátuas dos líderes das sete tribos húngaras que fundaram o país no séc IX.

E aqui uma parada mais demoradinha pra nossa Gigi correr e brincar mais um pouco…

Praça dos Heróis

 

Gigi brincando na Praça do Heróis

Detalhe do monumento Memorial do Milênio

Gigi na Praça dos Heróis

Do outro lado da Praça, entramos no Parque da Cidade, também conhecido como Parque Városliget. Esse foi um dos lugares mais inesperados e especiais… Sabe daqueles que te tocam lá no fundo por tanta beleza e sensação de paz?!

Ficamos lá tirando fotos intermináveis e curtindo cada cantinho por um bom tempo…. Ah! E é dentro desse parque que fica a Terma Széchenyi Furdö, que nós fomos.

City Park

City Park e sua imensa pista de patinação no gelo

 

Monumentos no City Park

Saindo de lá, na volta para o hotel, paramos para jantar no Café Vian, um restaurante que fica localizado na Praça Liszt Té. Lá existe um dos melhores Goulash (prato típico na Hungria) da cidade. Vale a pedida!

Café Vian

 

Café Vian – Detalhe da Sopa de Goulash

Com um roteiro de 3 dias em Budapeste, fizemos tudo com muita tranquilidade pra que a Gigi pudesse aproveitar. Foram dias intensos, mas de muita diversão para toda a família…  E de lá, seguimos para Varsóvia, que foi outro destino que também adoramos!

***

#Ficaadica:

– Em Budapeste venta muito, então é fundamental capa plastica no carrinho pra manter seu filhote aquecido.

– Não deixe de ir no Miniversum, seu filho vai adorar!

– Ir a Budapest e não ir a um banho termal é o mesmo que não ir. Então, programe-se!

– Não deixe de visitar o Parque da Cidade, ou Parque Városliget.

– Não deixe de provar Gerbeaud Pancake (Panqueca) na famosa confeitaria Café Gerbeaud.

– Tem post com Informações Úteis – Budapeste.

– Tem post com dicas sobre Crianças no Aeroporto: Locomoção.

– Tem post com dicas sobre Crianças no Avião.

– Em viagens com crianças vale contratar transfer para fazer os deslocamentos aeroporto-hotel-aeroporto, indicando sempre o número de malas, de passageiros e a necessidade de cadeirinha de bebê.

4 comentários em “Gigi em Budapeste

  1. Lá no Japão, esses banhos públicos são comuns também. São as onsens, com o detalhe que não se mistura homens com mulheres, pq é proibido entrar na piscina de roupa!
    Era uma delícia, depois de muito bater perna, relaxar numa piscina de água quente.
    Recomendado!

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